Mostrando postagens com marcador Plano Astral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Plano Astral. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Trabalhando com Sonhos: Exercícios de Memória [Parte I]

trabalhando com sonhos: exercicios de memoriaUm sonho não é uma história, nem um filme, nem um texto ou comédia teatral. Umeim sonho é um acontecimento no espaço, uma articulação do espaço.

Encontramos-nos num espaço que ao despertar chamamos de "sonho". Nele vivemos coisas das quais podemos falar como de uma história de sonho. 

Mas a história não é o próprio sonho. A história é uma trama tecida de espaço e tempo, dentro da qual nos encontramos. Durante o sonho acreditamos estar despertos, assim como acreditamos estar despertos quando de fato estamos. Eis por que é importante recordar os sonhos como estruturas espaciais, de modo que as nossas experiências no espaço do sonho possam ser recordadas adequadamente.

A memória existia antes que os computadores a medissem em kilobytes. Na antiguidade clássica, ela era vista como uma realidade espacial e por isso o amarzenamento dos dados a memorizar acontecia de modo espacial. Os oradores da Roma antiga aprendiam a desenvolver a memória movendo-se dentro de um palácio da memória, que era utilizado do seguinte modo. 

Podiam-se ver os oradores, vestidos com suas togas, caminhas através de um edifício vazio. Concentravam-se muito atentamente em cada espaço circundante, até conhecer cada ângulo. Depois de tê-lo fixado na memória, podia servir de armazém para as coisas a serem recordadas. Imaginemos agora que se deva recordar uma poesia com quinhentos versos. O primeiro verso é colocado sobre o primeiro degrau à direita, ali onde o mármore está um pouco amarelado. Sobre o terceiro degrau  direita colocamos o segundo verso, e sobre o pilar em cima das escadas (aquele com uma veia vermelha no mármore) colocamos o terceiro verso.

Assim, os elementos a serem memorizados podiam ser colocados de modo a coincidir com cada ponto específico do edifício. E, graças a um percurso imaginário, cada frase podia ser pescada novamente, na ordem desejada. A criação de um espaço imaginário favorece a lembrança espacial. E justamente o desenvolvimento da lembrança espacial é crucial no trabalho com os sonhos. 

Os seguinte exercícios foram elaborados a partir dessa antiga mnemotécnica, dessa arte da memória.

Exercício I - O movimento através do mundo do sonho

Olhe ao redor e observe onde você se encontra. Olhe ao redor e reconheça que você está desperto. Agora tenha consciência de que você pensa estar desperto também enquanto sonha. Reconheça que você acredita estar desperto, o que porém não significa que você não está sonhando. 

Após ter tomado consciência dessa percepção, continue o exercício do ponto de vista de que na realidade você está sonhando.

Você se encontra num mundo de sonho que o circunda inteiramente, como acontece a cada noite. É um mundo totalmente autêntico. Toque o pavimento: É sólido. Belisque um braço. Que sensação experimenta? Agora comece a mover-se no espaço. Continue a reconhecer que você se move no interior de um sonho noturno ordinário, enquanto, ao mesmo tempo, tem certeza de estar desperto. Observe intensamente cada objeto que o circunda.

Repita frequentemente esse exercício.

Exercício II - A lembrança dos objetos do sonho

Você sonha que está lendo algum livro, e que a leitura deste está muito interessante, é o seu livro favorito. Agora tome esse livro nas mãos e examine atentamente o aspecto dele. Depois faça-o girar lentamente, realizando um giro completo, LENTAMENTE; observe-o como um objeto de gira.

Feche os olhos.

Reveja agora o livro como objeto. Procure recordar como girava e como aparecia a partir de diversas angulações. 

Repita esse exercício com vários objetos diferentes.

Exercício III - A criação de um armazém para a memória

Encontre um espaço grande o suficiente para poder mover-se; por exemplo, um quarto com muitos objetos. Caminhe nesse quarto durante alguns momentos. Agora vá esculpindo cada ângulo na memória. Depois sente-se ou deite-se, feche os olhos e coloque cada detalhe diante de seu olho interno. Quanto mais vezes repetir isso, mais fácil se tornará. Alguns objetos podem ser recordados mais facilmente quando os tocamos com as mãos ou os cheiramos. Coordene ao máximo seus sentidos nesse exercício de memorização.

Como os oradores de outrora, agora você tem um armazém para memória.

Este post tem continuação

sábado, 15 de março de 2014

Acender ou não acender vela?


Num fórum de discussão vi uma menina se queixando de estar passando por alguns problemas espirituais que estava relacionado claramente a uma mediunidade ostensiva, a mesma frequentava um terreiro de umbanda e até mesmo chegou a rodar numa gira de esquerda. Ela queixava-se de, em resumo, está se sentindo mal ultimamente.

Nesta situação a moça disse que tinha medo de acender vela, pois a zeladora da casa a qual ela frequentava a proibiu, a mesma disse ainda, que num dia de trabalha um Caboclo falou a ela que acendesse uma vela e a zeladora da casa repreendeu a entidade.

Vim comentar rapidamente sobre este assunto, o qual ao meu ver, achei um absurdo. Uma vela, ou Inã em Iorubá, é um instrumento que é muito utilizado em todas as religiões existentes, ela em si, é um mistério. Ela possuem uma utilidade importantíssima. Ao acender uma vela nós estamos abrindo um portal, e através desse portal direcionamos aquela energia para um determinado objetivo. Por isso a vela é um elemento religioso e mágico importantíssimo.

Rubens Saraceni em seu livro A Magia das Velas afirma:

“O uso religioso das velas justifica-se por que quando as acendemos, elas tanto consomem energias do “prana” quanto o energizam, e seus halos luminosos interpenetram as sete dimensões básicas da vida, enviando a elas irradiações ígneas.”. p.33

É justo por essa capacidade que as velas possuem que ela é um elemento mágico por excelência, pois por meio de suas vibrações e irradiações incandescente é possível por meio dela intercambiar energias de outros planos.

E assim voltamos à pergunta inicial: Ora, pois, acender ou não acender uma vela? Sempre é bom acender velas, desde que esteja sendo firmada num local que seja longe de perigos e que esteja presente. Caso não tenha familiaridade ainda não tenha conhecimento o suficiente nunca acenda uma vela e saia do local, pois como se trata de um local, por meio do desconhecimento próprio ao acender uma vela de uma determinada cor em determinada posição, poderá invocar alguma entidade que provavelmente ficará aborrecida com o caso e desde que seja com bons intenções também. Pois, quando uma vela é acendida e firmada com sentimentos positivos sua função será de energizar. Agora, se o sentimento for negativo, o fluxo será desenergizador, podendo até mesmo romper a aura do energizado.  

Como dito, trata-se de um post rápido. Mas fica o conselho para quem, como eu, adora velas.

Inicialmente trabalhe somente com velas brancas!




quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A Reencarnação e os Planos Sutis

Temos aqui um trecho que poderia ser interessante para discutirmos. Ele é referente à Reencarnação e sua ligação com os planos sutis, e foi retirado do Livro dos Farrar – A Bíblia das Bruxas (p. 161 – XII - Reencarnación – da versão em espanhol – Tradução – Baco Liber).

(...)A teoria da reencarnação sustenta, brevemente, que cada alma ou essência humana individual é reencarnada novamente e novamente, numa série de encarnações corpóreas nesta terra, aprendendo suas lições e enfrentando as conseqüências de suas ações, até que esteja suficientemente avançada para progredir ao próximo estágio (qualquer que este possa ser). A formulação real da teoria está intimamente ligada com a Teoria dos Níveis, uma vez que ela envolve a estratificação da entidade humana em seus planos componentes, que correspondem àqueles do Cosmos como um todo.
Estes planos são interpretados de vários modos, conforme a escola de pensamento oculto que é seguida. Porem a tabela com estes planos apresentados a seguir, pode ser oportuna como um padrão aceito em geral. A numeração e definições são aqueles usados porDion Fortune em A Filosofia Esotérica do Amor e Casamento, (págs. 17-19 – original Inglês), e A Doutrina Cósmica, (pág. 96- original Inglês). Ela não lista o Etérico como um plano separado, mas isso é puramente um caso de nomenclatura; muitos outros escritores (e mesmo a própria Dion Fortune em outra parte) falam muitas vezes sobre o Plano Etérico, e é razoável fazê-lo, porque isso é de grande importância prática no trabalho psíquico. Esta é, por exemplo, a substância da faixa mais interna da aura humana como percebida pelos sensitivos, e há razões para crer que esta é responsável pelos fenômenos registrados através da fotografia Kirlian.
Os sete (ou oito, se incluído o [1] Etérico) níveis ou ‘corpos’ de uma entidade humana estão divididos em dois grupos, geralmente chamados de a Individualidade e a Personalidade.  A Individualidade (Espiritual Superior, Espiritual Inferior e Mental Superior) é a parte imortal, que sobrevive de encarnação em encarnação. A Personalidade (Mental Inferior, Astral Superior, Astral Inferior, Etérico e Físico) é a parte transitória, construída durante uma única encarnação e descartada quando esta termina.

[1]Notas dos Tradutor – Creio que neste os Farrar podem estar se referindo ao chamado Plano das Forças, ou Plano Elemental que está exatamente entre o Astral e o Físico).

A Individualidade é bissexual [2]– o que não significa assexuada, porém significa que ela contém as essências criativas masculina e feminina, em equilíbrio dinâmico. A Personalidade, por outro lado, é ou masculina ou feminina; cada um de nós tem que experimentar as encarnações tanto masculina quanto feminina, aprendendo as lições de cada polaridade, de forma que o equilíbrio dinâmico da Individualidade possa se tornar totalmente desenvolvida.

[2]Notas do Tradutor - O que acham desta afirmação?

O conceito é perfeitamente expresso no símbolo chinês do Yin-Yang. A parte branca representa o aspecto Yang masculino, positivo, claro, fertilizante e pode ser tomado como um símbolo da Personalidade em uma encarnação masculina; será notado que ela contém a semente (o ponto negro) de seu oposto complementar, o aspecto Yin. A parte negra representa o aspecto Yin feminino, receptivo, escuro, formativo e pode ser tomado como um símbolo da Personalidade em uma encarnação feminina; será notado que ele também contém a semente (o ponto branco) de seu complementar oposto,  o aspecto Yang. O símbolo Yin-Yang completo representa a Individualidade imortal, com ambos os aspectos em perfeito equilíbrio.

OS NÍVEIS COMPONENTES DE UM SER HUMANO


  • Sétimo Plano - ESPIRITUAL SUPERIOR
Espírito Puro ou Abstrato. A ‘Centelha Divina’. Substância e energia diretas do Grande Imanifesto.
Símbolo astrológico: o Sol.

  • Sexto Plano - ESPIRITUAL INFERIOR
Espírito Concreto.
Símbolo astrológico: Júpiter.

  • Quinto Plano - MENTAL SUPERIOR
Mente Abstrata. Qualidades diferenciadas por Tipos.
Símbolo astrológico:   Mercúrio.

  • Quarto Plano - MENTAL INFERIOR
Mente Concreta. Definição, forma, memória.
Símbolo astrológico: Saturno.

Todos estes acima citados estão contidos dentro da chama da ‘A INDIVIDUALIDADE’ que é a Unidade de Evolução. Imortal ao longo de todas as encarnações

  • Terceiro Plano - ASTRAL SUPERIOR
Emoções Abstratas. Atração, desejo por união.
Símbolo astrológico: Vênus.

  • Segundo Plano - ASTRAL INFERIOR
Instintos e Paixões. Desejo de atrair ou possuir.
Símbolo astrológico: Marte.

·        ETÉRICO - A tênue teia de energia de quase-matéria que liga o Físico com os planos mais sutis e o mantém no ser.
Símbolo astrológico: a Lua.

  • Primeiro Plano - FÍSICO
Matéria Densa, o corpo material. Símbolo astrológico: a Terra.

Todos estes acima citados estão contidos dentro da chama da ‘A PERSONALIDADE’, que é a Unidade de Encarnação. Dura por apenas uma encarnação; cada encarnação constrói uma nova Personalidade.

Outro símbolo que representa o processo em seu sentido serial é o colar âmbar e azeviche da Suma Sacerdotisa Wicana que é o círculo do renascimento – as contas âmbar (solar) representando encarnações masculinas, e as contas negras (lunar) representando as encarnações femininas. (Embora tais vidas não necessariamente tenham que se alternar).

Contudo, a formulação ‘masculino-positivo, feminino-negativo’ está super simplificada – e aqui novamente os níveis se apresentam dentro desta. O masculino tende a ser positivo nos planos físico e mental, e negativo no astral e espiritual; ao passo que o feminino tende a ser positivo nos planos astral e espiritual, e negativo nos planos físico e mental.  Ou, talvez seria melhor dizer ‘ativo-fertilizante’ ao invés de ‘positivo’ e ‘receptivo-formativo’ ao invés de ‘negativo’, em cada caso. Este padrão cruzado de funções entre masculino e feminino é um dos significados do símbolo do caduceu com as serpentes entrelaçadas em volta de um bastão ereto; é interessante que ele é o emblema de Hermes/Mercúrio, o mais bissexual dos deuses Clássicos, cujo símbolo astrológico é por si uma combinação dos símbolos masculino e feminino.

Um exemplo familiar desta alternância de polaridades com os diferentes planos é aquele da mulher-Musa e o homem-artista. Beatriz fertiliza Dante, e Dante dá nascimento ao resultado;  um paralelo exato à impregnação de um homem por uma mulher no plano físico. Como Wilfred  diz em A Sacerdotisa do Mar de Dion Fortune: ‘Então eu percebi porque deve haver sacerdotisa tanto quanto sacerdote; pois existe um dinamismo em uma mulher que fecunda a natureza emocional de um homem tão seguramente quanto ele fecunda o corpo físico dela; isto era uma coisa esquecida pela civilização moderna que estereotipa e convenciona todas as coisas e se esquece da Lua. Nossa Senhora do Fluxo e Refluxo’.

Mas retornemos ao que pode ser chamado de a mecânica da reencarnação. Na ocasião da morte física, a primeira das ‘conchas externas’ é solta: o corpo físico. O corpo etérico se desintegra, quebrando o elo vital entre o corpo físico e os corpos astral, mental e espiritual. Desligado dos principais, por assim dizer, o corpo físico não é mais uma parte da entidade total e começa à decair.
O foco da consciência se torna, em primeiro lugar, o corpo astral. Por este período de tempo, se está em um estado contínuo equivalente à projeção astral.
A taxa de retirada para cima dos planos depende de cada pessoa. Alguns (particularmente aqueles com as obsessões mais grosseiras, tal como alcoolismo e uma libido sexual doentia) resistem ao processo, ou levando um longo tempo para compreender que estão fisicamente mortos, ou se recusando à aceitar o fato como tal; esta é a explicação para muitas ‘assombrações’ ou sensações de vampirismo psíquico sentidas pelos ainda encarnados. Um exorcismo eficaz, por um sensitivo experiente que sabe o que ele ou ela está fazendo, é muitas vezes um caso de confrontar a entidade astral e persuadi-la da necessidade de uma retirada normal.


Por
Arida e Baco

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A Golden Dawn e a Purificação do Ego

Recentemente vi em alguns grupos na internet vários debates sobre a visão e o trabalho que a Golden Dawn se propõe realizar sobre o ego.

Ao perguntar o que fazemos com o nosso ego, é precisar esclarecer que existe duas posições que para efeitos práticos podemos chamar de tradição oriental mística, e a outra é da tradução mística ocidental esotérica.

Nas tradições místicas orientais, se concebe que nossos egos, nos atam a Maya – que é o mundo da ilusão – impedindo-nos de contemplar o mundo espiritual interno, que é a nossa única realidade. Nosso Eu superior, não pode então contemplar esta realidade espiritual por que é assassinada por nosso ego, que nos encadeia nesta ilusão do mundo físico. Assim, é necessário assassinar o nosso ego, para que nosso Ser Superior posso ver a realidade intima em nosso âmago do mundo espiritual.

Já na tradição esotérica ocidental em geral, e na Golden Dawn em particular (lembremos que a Ordem Hermética da Golden Dawn é em nossos tempos – e desde que viu a luz pela primeira vez – é a principal guardiã da tradição ocidental esotérica), não se pensa que o ego deva ser eliminado. Em vez disso, o que deve ser procurado é isolar os diferentes aspectos do self, separados, fomentando apenas os aspectos positivos que encontremos e aperfeiçoar aqueles que não correspondem ao nosso Eu Superior.

Israel Regardie, um importante expoente da tradição da Aurora Dourada, expressa essa ideia de uma forma muito simples e clara:

O objetivo que perseguimos no Ocidente não é liberar o nosso ego, mas aperfeiçoá-lo para estar em harmonia com o nosso Eu Supeior”
Desde o ponto de vista da Kabballah Hermética perpetuada pela Golden Dawn, e praticada em seu sistema, podemos explicar o exposto anteriormente nos seguintes termos:

A Nepshep – que corresponde com Malkuth (fornicária noturna, a virgem sem redenção)- deve desposar-se com a Ruach que é o filho do Pai de todos – se corresponde com Tiphareth (o noivo celestial)-, isto é, deve lograr-se a “conversação com o Sagrado Anjo Guardião, o gênio superior”, “O Casamento Alquimico”, fruto do qual a noiva está grávida – Neshamah, que corresponde com Binah- e o pai – Chaiah, que se corresponde com Chokmah- se une a ela e ambos são absorvidos por Iechidah – que se corresponde com Kether, a coroa.


Este e não outro, é o trabalho tradicionalmente realizado no quadro clássico da Golden Dawn.


domingo, 23 de fevereiro de 2014

"Ah... mas e por onde começar?" UM GUIA PARA INICIANTES

Ah... mas e por onde começar?

Bom, é bem comum ouvir também esse tipo de pergunta, pode onde devo começar o que estudar? Quais livros eu devo ler? Como fazer auto iniciação?  Antes de tudo, e primeiramente eu lhe digo: Calma!

Antes de tudo, venho dizer que estou no caminho da senda ainda, podes aprender muito pouco comigo, mas tenho umas dicas para quem quer começar. São coisas básicas, porém simples. Não se preocupe com livros inicialmente, a melhor leitura para ser fazer, primeiramente é lendo a ti mesmo. É aquela velha e IMPORTANTISSIMA história de “Conhece-te a ti mesmo”. Tu já ouviu ou leu essa frase completa? É bem assim: “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses”.

Por um bom tempo, antes de iniciar o caminho da senda, eu ficava refletindo sobre essa frase e ficava extremamente aborrecido, com pensamento semelhantes a “poxa, mas como que eu vou me conhecer?”, “não tinha nada mais escrito lá, algum método ou coisa parecida?”
Bom... infelizmente não existe métodos, mas há alguns ousados, como eu, que tentam oferecer dicas para quem quer iniciar a esse caminho árduo, porém muy belo, que é os caminho mágico.


1ª passo: Meditação!

É sim, não tem por onde correr, meditação é o primeiro, segundo, terceiro, quarto, (...) passo. A meditação será presente em toda e qualquer prática mágica. Essa ferramenta importantíssima cedida por nossos irmãos do oriente é, serundo Joul Eel Jia, a arte de treinar e controlar a nossa mente. Durante a nossa vida, aprendemos a nadar, andar de bicicleta, a ler, a escrever, menos a controlar nossa mente e com toda certeza, você não conseguirá nada sem saber o que você realmente quer.

Escolha um lugar sossegado, com pouca luz, acenda um incenso a seu gosto (de preferência que não seja muito forte), acenda uma vela, sente-se diante da chama e concentre-se na chama da vela. Aprenda assim a praticar o silêncio, que é o mestre mais sábio, tente ficar numa posição confortável, aprenda algumas técnicas de respiração, e fique o máximo de tempo que conseguir. No primeiro dia 3 minutos, no segundo 4, no terceiro 5... quando conseguir ficar 15 minutos em total silêncio com a mente vazia, olhando para a vela, ótimo! Tente agora, com os olhos fechados. E vá adicionando mais minutos, com o passar do tempo.

DICA: Nunca faça cansado ou com sono!

Anote as impressões em seu livro das sombras.


2ª passo: OBSERVE SEUS PENSAMENTOS

Agora que você já consegue meditar e se concentrar e ficar em silêncio, isto é, manter seu foco, você pode partir para o segundo passo, que nada mais é que observar seus pensamentos, não procure controla-los, isto é, não procure modificá-los, fique apenas observando que pensamento lhe vem a cabeça por cinco minutos e vá aumentando esses minutos com o tempo.

DICA: Não quebre o silêncio. Não procure rir ou coisa parecida, quando observamos nossos pensamentos, vemos o quanto nos preocupamos com coisas banais, e sem utilidade, isso mesmo, gastamos uma energia imensa o dia todo com coisas inúteis, prestem atenção, observem.

Anote as impressões em seu livro das sombras.


3ª Passo: VISUALIZAÇÃO

Seguindo corretamente os passos acima, agora você já está acostumado a meditar, manter sua concentração e a observar seus pensamentos. Pois bem, com o passar do tempo, e achar que consegue fazer os dois com facilidade, passe agora para esse terceiro passo que consiste em não só observar, mas sim analisar cada pensamento que surgir, e tente transforma-los em imagens mentais, tente buscar resposta para e o que por que desses pensamentos estarem aparecendo ali, agora, daquele jeito, ou o porquê de sumirem rapidamente com a sua pergunta ou atenção. Mantenha-se em um dialogo interno com eles. Não quebre o silêncio e nem a concentração. Com essa prática e com o tempo, conseguirá respostas incríveis, sobre si mesmo, descobrirá certos padrões presentes em você, sua lógica de pensamento, e etc. A partir deste momento, você estará acostumado com o dialogar consigo mesmo, isto lhe dará também uma visão muito mais ampla a respeito de si mesmo e dos problemas que poderão surgir.
Ao tomar uma decisão difícil, ou encontrar-se numa decisão difícil, tente dialogar consigo mesmo...


4ª passo: SEGURE SEUS PENSAMENTOS

Nesses passos que até agora seguimos, pudemos perceber que com dificuldade conseguir nos prender a um pensamento, não é? Neste dialogar consigo mesmo, aparece muitos outros pensamentos, vivências e etc.

A tarefa agora será mudar isso. Procure focar sua atenção num único pensamento, num dos muitos pensamentos que surgirem, e transforme-os em imagens mentais, segure-os em sua mente por alguns instantes e tente aumentar o tempo até ele ficar imóvel. Quando falo sobre transformar em imagem mental, falo sobre: Se está pensando em uma tarde que passou na sorveteria, veja-se sentando, pedindo o sorvete, comendo o sorvete, sinta a textura, o sabor... Viva a imagem. Ao realizar todos estes passos você estará pronto para realizar magia.


INICIAÇÃO PELA ORDEM HERMÉTICA AURORA DOURADA


Com o tempo, vejo que sempre me são feitas perguntas sobre quais são os requisitos para receber a iniciação física em um templo da Ordem Iniciática da Aurora Dourada, e se existe algum perigo em fazer os mesmos.

A respeito pode-se comentar que os requisitos fundamentais são: Ser um membro vigente da ordem, por meio de sua página na web e contar com uma autorização dos adeptos da ordem interna, assim como da segunda ordem. Outros requisitos podem variar de acordo com o templo, como por exemplo, o pagamento da iniciação, passar em uma ou várias entrevistas, etc.

A respeito dos perigos, há bastante informação na referida página da web já citada aqui no texto, especialmente neste artigo (está em espanhol para melhor compreensão), como também em livros e espalhado pela internet, em resumo posso dizer que o verdadeiro perigo se apresenta quando se leva a cabo iniciações astral de um neófito e assim como em cerimônias certas forças tentam controlar algum aspecto da personalidade do candidato que se encontra em um estado passivo de suas forças. De fato, existem casos, nos quais pessoas invocam e se prestam o seu corpo para manifestarem-se certas entidades, fato este que vai de encontro com os preceitos de nossa ordem e que se deve conhecer desde o mais tenro grau, que é o de neófito (0=0).

Fora isso, a iniciação que ocorre no grau de neófito (0=0) é muito importante, por que busca balancear e tornar mais receptivo os mais diferentes componentes da personalidade do candidato, para assim o converte-lo em um receptáculo mais equilibrado e são, capaz de receber e transmitir energias da luz astral, ki, chi, L.V.X. , ou como queira chamar, com maior eficiência, com maior transparência, assim como iniciar a purificação ou limpeza de nossa esfera de sensação ou aura, para que em futuras iniciações e cerimônias mágica seja mais fácil se empenhar e trabalhar com outro tipo de energia, tal como as dos elementares ou planetárias.

Um ponto que deve ser aclarado, é que a iniciação física somente deve ser dada por um Hierofante devidamente capacitado e iniciado em nossa ordem, a fim de que conte com um grande respaldo desta egrégora necessária para um trabalho mágico que o leva a ser um receptor destas energias, e alcançar o tão esperado sucesso em alcançar o seu objetivo. A iniciação por grupos ou templos auto-constituídos, que tenha por embasamento somente os textos do Israel Regardie e estes textos dispersos que podem ser encontrado na internet, é muito provável que não tenha nenhum resultado desejado, podendo ser simplesmente uma apresentação teatral, ou produzindo efeitos nulos, inclusive o de acabar por completo o equilíbrio da esfera de sensação e da psique do candidato.

E o resultado da correta e boa iniciação? Nossa experiência nos admite que o novo neófito se sinta alegre, feliz, em paz, sereno e firme para continuar em seu caminho iniciático da magia.

A iniciação da Aurora Dourada é um transcendente e valioso, totalmente recomendável para todos aqueles que se sintam chamados por sua alma secreta e imortal para seguir neste árduo porem belo e sereno da senda do rosacrucianismo hermético.








sábado, 8 de fevereiro de 2014

O que é magia?

Onde definimos magia, mago, Deus, religião, explicamos as forças que sustentam os universos e ensinamos como dar um soco na cara da realidade sem ser incriminado por lesão corporal



“Magia é o ato de evocar poderes e mistérios Divinos e colocá-los em ação, beneficiando-nos ou aos nossos semelhantes.” - Rubens Saraceni


“Magia é a ciência exata e absoluta da natureza e de suas leis.” Eliphas Levi (1810 – 1875) – História da magia



"Magia é a ciência do controle das forças secretas da natureza.” - S.L. Macgregor Mathers



“Magia é a aplicação da vontade humana, dinamizada, à evolução rápida das forças vivas da natureza.” Papus – Tratado Elementar de Magia Prática



“Magia é a ciência e a arte de usar os poderes invisíveis para produzir fenômenos visíveis.”H.P.Blavatsky



"Magia é a ciência e a arte de causar mudanças de acordo com a vontade.” - Aleister Crowley



Talvez esta seja a questão mais dispensável deste blog. Se você o esta lendo, é porque já tem seu próprio conceito de magia (ou não) e está apenas em busca de conhecimentos práticos. Os livros a respeito são cheios de teoria  e  descrição  de  experiências  místicas  para engrandecer  seus  autores,  mas  poucos  colocam ensinamentos práticos no foco principal. Criar um séquito de admiradores pode ser mais tentador do que dar a tais possíveis  admiradores  ferramentas  que  possam  fazê-los inclusive  superar  os  autores  dos  livros no  caminho  da magia.

Porque então me proponho  a  responder  a  uma questão  aparentemente  tão  irrelevante? 

Por  um  motivo simples: nem sempre as pessoas tem uma visão clara da magia quando pretendem estudá-la ou praticá-la.

Quando  algo  extraordinário  acontece  muita  gente tem o costume de dizer que “parece magia”. Magia no senso comum é aquilo que vai contra o que é esperado da realidade  prática,  aquilo  que  dá  um  coice  na  realidade instituída.

Podemos  dizer  que  três  forças  diferentes conjugam-se  para  equilibrar  a  realidade:  as  forças exteriores  de  manutenção  do  universo,  que  é  Deus,  os deuses, os padrões eternos, o grande arquiteto, ou seja lá qual  nome  você  deseje  dar.  A força  da  realidade consensual, ou seja, o chamado inconsciente coletivo, que é uma espécie de fusão da noção de realidade de todos os seres e os paradigmas de realidade individual.  Colocando de forma simplificada: A mente suprema, o conjunto dos seres sencientes e as mentes de cada indivíduo.

Entender estas três forças é essencial para você não se  confundir  e  fazer  um  samba  do  crioulo  doido  e prejudicar-se ao invés de evoluir na senda mágica. Existem tradições que desprezam alguma das três forças: algumas religiões  procuram  suprimir,  ou  até  mesmo  oprimir  os paradigmas individuais, elas pregam que apenas as forças supremas,  ou  seja,  Deus,  importam.  Nós  somos  seres miseráveis sem qualquer poder cuja única possibilidade de salvação  é  nos  religarmos  com  tal  força  suprema,  fora disso, estamos ferrados.

A  revolta  contra  tal  paradigma  criou  uma  linha oposta,  e  igualmente  maléfica,  aquela  que  prega  que apenas o paradigma individual conta, sua mente é tudo, o que está fora dela não interessa.  Alguns usam o velho bordão do Caos “nada é  verdadeiro. Tudo é permitido” como forma de impor tal linha de pensamento.  É uma distorção do brocardo caótico, que será analisado mais à frente  em detalhes. O que interessa neste ponto é deixar claro  que  negar  uma  força  externa  à  nossa  mente  que contribui para a sustentação da realidade  gera inúmeros prejuízos ao caminho do magista, uma vez  que lhe tira alguns  referenciais  indispensáveis  e  nega  inclusive  o caráter ascensional da magia.

Pensemos se não existe nada exterior à nossa mente que sustenta a realidade, como a realidade era sustentada antes de existirmos?  Que mente a sustentava?  Se nada, absolutamente nada é verdadeiro, se eu decidir que a lei da gravidade não existe os planetas se chocarão uns com os outros ou cairão no espaço infinito? Como vemos, é uma posição tão frágil que não resiste a um único argumento. Claro, você pode decidir ignorar tais forças exteriores em suas práticas mágicas e se limitar apenas à sua mente, mas a  despeito  disto  os  planetas  continuaram  belos  e majestosos em suas respectivas órbitas até a ordem dos tempos decida o contrário, e não sua mente limitada.  Existem ainda quem use o mesmo bordão caotista para negar até mesmo a força do inconsciente coletivo. “Nada  é  verdadeiro,  minha  mente  tudo  pode  moldar” alegam estes. Ora, considerando que existem mais de sete bilhões de pessoas vivem sobre este planeta, querer que sua  mente  mande  em  absolutamente  tudo  é  subestimar todos os outros inquilinos de Gaia. Será  que as mentes dos outros  sete  bilhões  vão  simplesmente  ficar  estáticas enquanto eu moldo o  universo inteiro à minha vontade?

Seria até legal que o fizessem, mas  é mais sensato não contar com isto. Enfim,  existe  uma  realidade  instituída,  e  ela  se constrói  a  partir  da  interação  das  três  forças  relatadas. Destas, a primeira absorve tudo, para a energia super emanada  é  impossível.  A  segunda  é  limitada,  sendo  o  inconsciente coletivo uma espécie de soma das realidades individuais, ele se altera de acordo com o tempo, o lugar e a cultura, sendo maleável  e inconstante. A última força, nossa mente, também é ilimitada, pois é feita à imagem e semelhança da fonte suprema, somos os deuses de nosso próprio  universo,  podemos  moldar  nossa  realidade individual à nossa vontade, sim “nada é verdadeiro. Tudo é permitido” na medida em que minha mente pode voar para onde eu deseje, nada é capaz de aprisioná-la ou suprimi-la se os instrumentos corretos para o seu despertar forem utilizados. Deixando claro que o princípio caótico é sábio e  correto,  sendo  desprovida  de  sentido  apenas  a interpretação que alguns praticantes dão a ele.

Como vivemos em grupos, a realidade consensual de nossa sociedade  nos  diz  o  que  é  possível  e  o  que  é impossível.  A força suprema não se prende a ela, nem a nossa  mente.  Quando  nossa  mente  se  choca  com  a realidade  consensual  ela  pode  se  dobrar  e  aceitar   a verdade de todo mundo ou dar um tapa na cara da mesma e fazer algo que ela diz que é impossível.  Isto se chama magia. Quando a praticamos, chegamos mais próximos da força suprema ilimitada.  Então qualquer um pode ser magista, é só fazer algo que  as  pessoas  acham  impossível?  A  questão  é  mais profunda do que isto. Um milagre, uma cura espiritual, um servidor ou um sigilo, tudo se enquadra no conceito de magia, mas não é porque realizamos tais efeitos que nos tornamos magistas. O mago é aquele que faz isso sabendo que está fazendo, sabendo quais mecanismos estão sendo movimentados. O que não significa que alguém que o faz sem saber não possa ascender, tal critério é estabelecido apenas como uma forma didática de classificar magistas e não magistas, sem desmerecer o caminho de nenhum dos grupos.



Se  você  realiza  um  milagre,  mas  sua  mente  é condicionada a achar que só a força suprema pode realizar aquilo através de você e que sua mente sozinha não tem poder nenhum para realizar nada, você é apenas religioso. Se  você  não  é  religioso  mas  consegue  lançar  um  mal olhado ou curar alguém por imposição de mãos mas não conhece que mecanismos levam a isto, você é um leigo.  É neste ponto que entra o ocultismo. Ocultismo é o estudo das leis ocultas do universo, seus mecanismos e funções.  Então todo mago precisa ser um ocultista. Ou seja, além de dar tapinhas na cara da realidade consensual, ele precisa conhecer as leis que regem estes tapas.  Se você estuda estas leis mais não pratica, você é apenas ocultista, ou estudioso da magia e do oculto. Se você estuda, pratica e consegue efeitos práticos, você é um mago. Então,  venha para o barco e ajude a remar, que a viagem é longa.

Texto originalmente escrito por Ian Morais.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Exercícios de Ingresso no Plano Astral

A seguir, são apresentados três exercícios que proporcionam caminhos para o astral que não são encontrados quando trabalhamos no formato costumeiro.

1.       Este caminho o levará ao astral “interior” e abrirá os domínios da memória as­tral. Isso significa que você poderá invocar e recriar imagens em vez de cons­truí-las. No entanto, isso só funcionará com imagens de objetos que já existiram alguma vez no passado.

2.        Este caminho levará você ao nível superior do astral, a um “portal” para o nível mental e, se você aguentar a pressão, ao nível espiritual/angélico inferior.

3.        O caminho “Das quatro vias” levará você aos reinos elementais da terra, da água, do fogo e do ar, respectivamente.

Exercício um

Comece como uma cortina de névoa branca que se abre diretamente para o nível astral. Lembre-se, que pisar nesse cenário todo branco é como pisar na neve. Comece a caminhar e invocar a sensação suave que levemente ondulam-te sob os seus pés. Esses níveis sutis são ilimitados, portanto você pode continuar andando o quanto quiser. Enquanto anda, comece a mergulhar mais fundo na ma­triz astral a cada passo. Não há nada que temer - basta continuar andando e mer­gulhando cada vez mais profundamente até que ela se feche sobre a sua cabeça (lembre-se de que você também está no corpo astral neste momento). Você se afun­dará com a matriz e se tornará parte dela, embora continue com a sua inteligência e capacidades   humanas.

Você pode parar de avançar neste ponto e descansar na protomatéria à sua vol­ta. Conjure o que quer ver ou ouvir ou saber e as imagens ou sons se manifestarão em forma de pensamentos ou sons. As imagens não serão claras a princípio, mas parecerão como num sonho e muitas vezes enevoadas, mas se você perseverar logo conseguirá ver imagens diretamente no seu centro visual interior. Você pode conti­nuar com um propósito bem definido ou simplesmente vagar a esmo.

Exercício dois

Siga a mesma rota inicial para o astral e acumule “matéria” suficiente para criar uma escadaria em caracol que desapareça na vastidão branca. Suba a escada e, à medida que sobe, repare que as cores do arco-íris começam a se infiltrar pela bran­cura imaculada. Logo as cores predominarão e você saberá que entrou no mundo mental. Também notará pequenas sombras e formas coloridas que mudam de apa­rência enquanto passam flutuando. Trata-se de formas-pensamento humanas do nível físico. A maioria são apenas pensamentos errantes, mas os de cores mais sólidas são definidos e cheios de propósito. As formas também lhe dão uma ideia do teor do pensamento, mas não revelam quem está pensando.

Você pode criar outra escada e continuar subindo em direção a outro nível mais alto e avançar até onde se acha capaz. Isso o levará até um nível composto princi­palmente por pontos parecidos com estrelas, mas que na verdade são seres angeli­cais. São seres de formas, tamanhos e cores variadas, alguns cuja forma difusa você mal consegue ver direito. Se começar a se sentir tonto e desorientado, volte imediatamente.

Exercicío Três

Use o mesmo ponto de entrada, mas pare e se volte para qualquer direção. Na ver­dade, aqui todas as direções são iguais, pois não existe ponto de referência no espa­ço, interior ou exterior. Espere calmamente e invoque o Rei de um elemento em particular. Logo você começará a ver uma mudança na vastidão branca e uma cor começará a aparecer. Essas cores serão as que você associa a certos elementos. Por exemplo, o dourado pálido pode significar o dourado do milho maduro e ser a sua cor para o elemento terra; ou você pode preferir o verde pálido da primavera. O verde-água ou o azul podem ser as suas cores para o elemento água e o vermelho vibrante, a sua cor para o elemento fogo. Um azul ou rosa profundo podem ser a sua opção para o elemento ar. Lembre-se, esse é o seu reino astral.


Este post, foi fortemente influenciado pelas práticas indicadas pela Dolores Ashcroft-Nowicki